Pode fazer transplante quem tem área doadora suficiente para cobrir a região que perdeu cabelo, uma queda que permita planejar e saúde para uma cirurgia com anestesia local. Idade e grau da calvície entram na conta, mas a pergunta principal é quanto cabelo sobra na área doadora. Quem responde é a avaliação, com exame do couro cabeludo.
A área doadora decide quase tudo
O transplante não cria fio novo. Ele muda de lugar os fios que você já tem. Por isso a avaliação começa olhando o que sobra, e não só o que falta.
A área doadora fica na nuca e nas laterais. Os fios dessa região são resistentes ao hormônio da calvície. São eles que vão para a frente ou para a coroa.
Na avaliação, olha-se:
- a densidade, ou seja, quantos fios existem por área;
- o diâmetro dos fios, analisado no microscópio;
- a extensão da área doadora;
- se essa região também mostra sinais de afinamento.
Fio grosso cobre mais do que fio fino. Área doadora cheia permite mais. Quando o estoque é limitado, o plano muda: prioriza a linha frontal, por exemplo, ou combina a cirurgia com tratamento clínico.
Para entender a cirurgia em si, veja como funciona o transplante capilar.
Idade: por que importa
A calvície costuma avançar com o tempo. Em quem é muito jovem, ainda não dá para saber até onde ela vai.
O histórico da família ajuda a prever. Se o seu pai, seus tios ou seu avô ficaram muito calvos, a chance de a sua calvície avançar costuma ser maior. Isso entra na conversa da avaliação.
Se a cirurgia acontece cedo demais, a linha frontal pode ficar boa no começo e isolada depois, com o cabelo de trás continuando a cair. Aí o paciente precisa de mais cirurgia, e a área doadora é uma só.
Por isso existe uma idade a partir da qual a cirurgia passa a fazer sentido, e ela também depende do caso.
idade mínima para o transplante capilar e como o Dr. Iago avalia pacientes jovens
Idade mais alta, por si só, não impede. O que pesa é a saúde geral, a área doadora e a expectativa.
O grau da calvície
Grau é o estágio da calvície. Vai de entradas leves a entradas fundas, coroa, entradas e coroa juntas, até áreas maiores sem cabelo.
Cada estágio pede uma conversa diferente:
- no grau inicial, às vezes o tratamento clínico estabiliza a queda e a cirurgia pode esperar;
- no grau intermediário, a conta entre o que falta e o que sobra costuma ser mais fácil de fechar;
- no grau avançado, a área a cobrir é grande, e o plano pode priorizar regiões, como a linha frontal.
Em muitos casos, o remédio entra junto, antes e depois da cirurgia. O transplante trata a área que já perdeu cabelo, mas não impede que os fios nativos continuem caindo. Finasterida e minoxidil são os mais usados, sempre com prescrição médica. Mais em remédio depois do transplante.
O grau também muda o valor. A faixa por grau aparece no questionário do site, e a página quanto custa o transplante capilar explica o que mais pesa.
Quer saber o valor para o seu grau?
Quando o transplante não é indicado, ou ainda não é
- Área doadora fraca ou com afinamento.
- Queda ativa e sem controle, que precisa ser tratada antes.
- Queda que não segue o padrão da calvície, como algumas ligadas a doenças do couro cabeludo, deficiências nutricionais ou estresse. Essas pedem investigação antes de qualquer cirurgia.
- Problemas de saúde sem controle.
- Expectativa que a área doadora não consegue atender.
Nesses casos, o caminho costuma começar pela consulta de tricologia e pelo tratamento da queda de cabelo. Às vezes a cirurgia vem depois. Às vezes não é o melhor caminho.
A queda feminina tem outras causas e outra lógica de avaliação. Está explicada em transplante capilar feminino.
Barba e sobrancelha seguem a mesma lógica
O transplante de barba e o de sobrancelha usam a mesma técnica FUE. Muda a região de onde saem os folículos. A pergunta continua a mesma: existe área doadora para cobrir o que você quer?
Na sobrancelha, o resultado final é estimado de 6 a 12 meses. No couro cabeludo, entre 12 e 18 meses.
Como saber se é o seu caso
Foto de outra pessoa não responde. Comparação com amigo também não. O que responde é o exame do seu couro cabeludo e dos seus fios.
“Aqui comigo, o transplante capilar é personalizado. Eu mesmo vou te avaliar, vou te desenhar, vou te operar e fazer o acompanhamento durante 12 meses.”Dr. Iago Carega
Na avaliação, o Dr. Iago examina a área doadora, analisa os fios no microscópio e desenha a linha frontal para o seu rosto. Se houver indicação, ele explica qual técnica faz sentido para você, entre o método FUE HDM Inverso, o No Shave e o Long Hair.
frase literal do Dr. Iago Carega: o que ele diz para quem ainda não sabe se tem indicação para o transplante
Para a avaliação, leve:
- a lista dos remédios que você usa, inclusive os de queda;
- exames recentes, se tiver;
- fotos antigas do seu cabelo, que ajudam a entender a velocidade da queda.
Se você mora fora de Guarulhos, a avaliação pode começar por fotos pelo WhatsApp, antes de viajar. O primeiro passo é o questionário do site.
Pronto para o próximo passo?
